Parte 1
Parte 2; Parte 3; Parte 4
Parte 5; Parte 6; Parte 7
EEB Profº José Arantes
Profª Nádia Panaino - Disciplina: Química
Aluno: _________________________________
Turma: _________ Data: ___________________
Filme: A Verdadeira Idade da Terra
ESTA É A CAMPANHA PUBLICITÁRIA DO CITIBANK ESPALHADA PELA CIDADE DE SÃO PAULO ATRAVÉS DE OUTDOORS.
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro,não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
Bom retorno ao trabalho!
Alberto Santos Dumont. Inventor brasileiro, que com persistência e dedicação alcançou seu objetivo: alçar vôos pelos céus deste planeta. Foi fácil? Não, nada é fácil, principalmente quando o agente é brasileiro. Mas ele chegou lá, nos deixando um exemplo de que “nada é impossível àquele que crê”.
Existem paralelos no fato mencionado e no avanço tecnológico, uma vez que ambos dependem do empenho e vontade de seres humanos. Nada em tecnologia é alcançado de forma fácil; tudo é resultado de erros, muitos erros, e alguns acertos. Benditos erros – benditos, sim, porque não? – pois são eles que ampliam os horizontes do saber e pesquisa humanos. E com a informática não seria diferente, uma vez que também está contida nesta gama de conquistas humanas que se chama “Tecnologia”. Porém com um detalhe: a velocidade é tremendamente maior.
Com isso, chegamos ao século XXI com a “invasão” ampla, geral e irrestrita dessas máquinas maravilhosas. Hoje, tudo ao nosso redor está relacionada, de uma forma ou de outra à era da informática; desde uma simples consulta ao saldo bancário até o mais complexo sistema de controle de segurança por acesso remoto. Muitas vezes não nos damos conta disso, em outras, nos recusamos à nos adequar à situação vigente, deixando essa tarefa para os mais novos, nos contentando com a acomodação. Às vezes nos envolvemos tanto com as máquinas, que fazemos delas máscaras para nos proteger de nós mesmos, de nossas frustrações e desapontamentos.
Não podemos nos esquecer de que atrás de cada máquina há um ser humano, com todas as implicações que isso acarreta. Não podemos deixar que a tela fria nos afaste uns dos outros, enquanto a distância diminui entre os mesmos. Vivamos as diferenças, direitos e liberdade que a tecnologia de uma forma geral, e a informática em particular nos proporciona, sem deixar que a afetividade, a emoção e a alegria se perca neste mundo virtual.